DDS Febre Amarela

Confira o DDS Febre Amarela!

Após um período de controle da febre amarela, no inicio do ano o Brasil voltou a apresentar altos índices de proliferação da doença, principalmente em áreas rurais, apesar do aumento de casos nos centros urbanos.

Este fato faz com que haja a preocupação no que tange a saúde do trabalhador, uma vez que algumas funções são exercidas em zonas rurais, inclusive algumas indústrias e usinas, que se localizam em áreas mais afastadas dos centros urbanos.

Para que esta situação seja controlada, é fundamental termos conhecimento do que se trata a febre amarela, seus sintomas, tratamentos e medidas de prevenção. E, é justamente para isso que este DDS febre amarela se torna importante.

O que é a febre amarela?

Pode parecer algo que todos nós sabemos, mas a partir deste DDS febre amarela, conheceremos de fato o que é esta doença, muita gente não sabe, mas ela é uma doença causada por vírus e com alto nível infeccioso. Pode se proliferar tanto em áreas urbanas como zonas rurais, inclusive é classificada em dois tipos: a febre amarela silvestre e a urbana, ambos os tipos são transmitidos por vetores artrópodes, ou seja, mosquitos.

Estudos apontam que o macaco é o hospedeiro original do vírus causador da febre amarela e por isso as áreas silvestres são bastante afetadas, o que ocorre é que o mosquito que pica um macaco se infecta com o vírus e o prolifera entre os seres humanos ao picar outra pessoa levando vírus e assim por diante.

Sintomas

Talvez um dos principais objetivos deste DDS febre amarela é ajudar a identificar a doença, a perceber suas manifestações e assim, procurar o atendimento médico. A seguir estão os principais sintomas da febre amarela:

  • Febre alta;
  • Calafrio;
  • Cansaço;
  • Dor no corpo (muscular);
  • Dor nas articulações;
  • Fraqueza;
  • Dor de cabeça;
  • Vômito;
  • Náusea.

Os primeiros sintomas podem levar a confundir a febre amarela com uma gripe forte, mas logo a doença começa a manifestar situações de náusea e vômito. É comum também que após a fase 1, haja um período de suposta melhora dos sintomas, que pode estar preconizando uma fase mais grave, por isso é necessário o acompanhamento médico.

Os casos mais graves podem chegar a apresentar insuficiência renal e hepática, bem como aspecto amarelado da pele e dos olhos (daí o nome da doença), hemorragias, escurecimento da urina, sangue no vômito e fadiga intensa.

Transmissão

Como já fora mencionado no início deste DDS febre amarela, a transmissão é através de um vetor artrópode. No tipo silvestre, o principal vetor é o mosquito Haemagogus, já nas áreas urbanas, o vetor mais comum é o Aedes aegypti, este mosquito já é muito conhecido entre nós, afinal é o mesmo que transmite o vírus da dengue.

A contaminação propriamente dita acontece quando a pessoa não é imune à febre amarela, ou seja, quando a pessoa não tomou a vacina ou não tenha contraído anteriormente a doença.

Vale enfatizar que a febre amarela só é transmitida pelo seu vetor, de forma que uma pessoa não transmite diretamente para outra.

» Leia também: Ações de combate ao Aedes Aegypti nas empresas.

Prevenção

A primeira medida de prevenção e de controle é a extinção dos vetores. Este DDS febre amarela não aponta nenhuma novidade ao alertar sobre as formas de impedir a reprodução dos mosquitos Aedes aegypti. Há décadas temos ouvido sobre a importância de manter o ambiente livre de focos de reprodução, ou seja, manter os terrenos limpos, sem recipientes que armazenam água parada.

No entanto, sempre vale enfatizar que boa parte da solução desta agravante está em nossas mãos, principalmente agora que sabemos que tal mosquito não transmite apenas a dengue, mas também a febre amarela e outras doenças infecciosas. Portanto, temos mais de um motivo para exterminar o mosquito.

Além da extinção dos vetores, outras formas de prevenção incluem o uso de repelentes e a vacina de imunização, que consistem em medidas de prevenção individual. Há algumas orientações sobre a vacina contra febre amarela:

  • Lactantes e recém-nascidos: é contraindicada a vacinação à criança antes de completar 6 meses completos, bem como à mãe lactante.
  • Bebês: indica-se a vacina de crianças de 6 a 9 meses de idade incompletos somente em casos de emergência, ou seja, quando há situação de epidemia ou em casos de viagem para área de risco.
  • Crianças até 4 anos: indica-se a administração da primeira dose a partir dos 9 meses de idade completos e aos 4 anos tomar uma dose de reforço;
  • Crianças a partir de 5 anos: crianças que tomaram a vacina até os 4 anos não precisam mais vacinar, pois já estão imunizadas. Por outro lado, as que já possuem 5 anos e não receberam a segunda dose, deve tomar o reforço em qualquer idade;
  • Adultos que nunca foram imunizados: devem tomar a primeira dose o quanto antes e a após dez anos deverá receber a segunda dose;
  • Pessoas com mais de 60 anos: só podem ser vacinadas com indicação médica;
  • Gestantes: a vacina é contraindicada, salvo os casos em que haja risco de contaminação ou viagem para área de risco e ainda assim, a vacinação só é feita com indicação médica;
  • Viajantes: a maioria dos países exige a vacinação com dez dias antes da viagem, de acordo com o regulamento sanitário internacional.

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